Fender Frontman 25R.
Seguindo a idéia de amplificadores (transistorizados) de pouca potência, com um som decente, práticos e de baixo custo, mais um pequeno valente é este Fender Frontman 25R. Já tive um e toquei muito com ele em barzinhos, raramente precisando microfonar. Para um transistorizado de 25 watts, a potência dele é bem real. Nunca precisei chegar no 7, no volume dele. Atualmente ensaio com uma jam band e uso um outro desses. Tocamos alto e no máximo coloco no 5.
É um amplificador simples como todo amp deve ser. Um canal limpo, outro sujo e reverber...basicamente.
Tem entrada para footswitch, fone de ouvido e para uma outra caixa de 8 ohms, o que é excelente se você quiser um som mais aberto, com outra ambiência. Você usando outra caixa, o falante dele não atua.
O som dele como todo Fender, é clean e brilhante e não decepcionará quem esta a procura de um timbre clean real de guitarra. Ele da a sensação de que já vem timbrado com as características que estamos ouvindo e é o que acredito que aconteça com todos os amps.
Traduzindo... ele já vem com um certo agudo, um tantinho de médio e algum grave. Então você pode acrescentar mais de tudo com os controles de agudo, médio e grave, mas não diminuir desse ponto em que ele já vem regulado. Os controles não zeram, entende? Nosso timbre geralmente depende disso...de zerar os controles.
Mesmo assim, a gente se vira e chega próximo..é assim com todo amplificador.
Seu canal de driver:
Não sou de usar pedais e a maioria das vezes tenho usado apenas a distorção do amp...que regulada direito não desaponta.
O reverber dele não soa musical e atuante como o de outros Fender. Da aquela leve colorida no timbre, mas no caso do Frontman, ele tira um pouco o corpo do som...fica mais magro...e não compensa perder peso em função de um muito leve embelezamento do timbre...mesmo assim, se quiser aquele coloridinho ele esta ali. E o recurso reverber, em si, funciona direito e sem surpresas.
Usa um falante Fender de 10 polegadas e é onde me desagrada certos amps.
Não gosto do timbre que apenas um falante de 10 me dá...sempre puxará para o médio agudo. Já reparei isso em outros amps que tive ou toquei, de outras marcas também e que usavam um falante de 10. Eles se parecem neste quesito. Com um falante de 12 já soam um pouco mais agradáveis e maleáveis...apesar da característica do amplificador sempre estar presente.
É um amplificador que não te deixará na mão. O que tive, este que uso e que já ralou muito também...não tenho do que me queixar. Você tendo os cuidados naturais, talvez o único em especial seja com o jack de entrada, que não é muito resistente.
Aqui no blog tem vídeos-audios comigo tocando com a banda Venia e estou usando ele. Em um dos audios, ele e guitarra, só. No outro, ele com uma distorção que programei em uma Zoom. Da pra ter uma boa idéia de como o bichinho responde.
Blog de Fernando Medeiros, guitarrista e compositor. Assuntos ligados a música, guitarra slide, anos 70, histórias, lugares, instrumentos musicais, grandes guitarristas, bandas imperdíveis, pedais, rock, jazz-rock, blues, progressivo e muito mais.
Mostrando postagens com marcador fender frontman 25R. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fender frontman 25R. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 22 de maio de 2014
domingo, 30 de março de 2014
Venia Jam Band - Money - Pink Floyd - Free Slide Guitar
VENIA jam band
Somos um trio que por falta de cantor/a fazemos jams...algumas do nada, outras sobre músicas conhecidas, como esta do Pink Floyd.
Já tentamos cantar e vamos tentar de novo porque ta difícil de achar quem cante por aqui.
Pegamos "Money" do Pink Floyd...a música, se desse pegaríamos grana mesmo hehehe e tocamos livremente.
Quem esta cantando sem microfone é o baixista JA Brum e de resto é só free, com algumas coisinhas já incluídas na música.
Tipo....isso ficou legal..vou repetir.
A dinãmica das jams, via de regra é a seguinte:
Brum puxa algo no baixo e vamos atrás. Mauro Lauro, o baterista, viaja na maionese e tem como lema...não prestem atenção em mim... e nessa, as vezes vira um samba do crioulo doido.
Saí umas porradas, mas no geral nos divertimos muito e como estamos nos lixando pra algumas regras...as mesmas que por esse motivo muitas vezes nos desencontramos um pouco, sempre terminamos rindo ou fazendo bulling um com o outro.
As vezes alguém extrapola e fica difícil de tocar...o tempo vai pros car....mas depois nos achamos de novo rs
A parte técnica para quem quiser saber, é a seguinte:
Mauro Lauro usa uma bateria Pearl, com algumas coisas adicionais e toca com 2 baquetas...em cada mão...ele tem 8 braços.
Brum usa um baixo Snake dos anos 70, que tem uma sonoridade única...totalmente seventy, plugado em um combo Hartke.
Esse baixo pertenceu a Paulo Guerra - Baga, Espírito da Coisa, Chá de Estrada.
Depois foi trocado pela aparelhagem de som do Mauro Lauro - Baga, THC, Camaleão, Chá de Estrada, Steel Jam Blues, Venia.
Quem tocou com ele a partir daí foi Michael Striemer - Camaleão, Chá de Estrada.
Agora ta com o Brum - Steel Jam Blues, Venia.
Eu,...THC, Camaleão, .... e Venia. Tô usando uma guitarra Yamaha Pacifica, barata. Barata mesmo, paguei 439 reais na loja alguns anos atrás.
A madeira é ruim e me da problema com captação. Ela não tem corpo.
O braço é bom, as tarrachas sem luxos mas excelente, a ponte o material não é essas coisas mas esta direita...enfim, não é porque é barata que tenha que ser ruim...tirando o corpo e os caps, que no meu caso não chegou a ser um problema porque tenho vários captadores pra testar e troquei alguns. Enfim, em termos de tocabilidade e resposta que estou tendo, pra uma guitarra desse preço ta bom demais.
Na ponte tô com o humbucking que veio nela. Esse humbucking tem uma sonoridade que me agrada.. não totalmente porque não gosto de humbucking nenhum, mas esse achei agradável.
Os singles que vieram nela não curti, então coloquei um Gibson P90 no médio.. e no braço, tinha posto um single que casou bem mas passei pra outra guitarra e o que esta agora não fede nem cheira..nela.
Sem problemas porque só estou usando uma combinação de captadores, o humbucking com o P90, que é onde consegui o melhor timbre com ela. Tenho pra mim que o P90 possa ficar bom também no braço, mas aí perderia o que já esta...seria burrice.
O amplificador que uso nas jams é um pequeno valente, Fender Frontman 25 R, que quebra um galho fenomenal. Esse Fenderzinho puxa pro agudo e pelo cristalino natural dos Fender.
Tem aquela sonoridade de pré equalização de fábrica. Todo amp tem de certa forma. Uns você pode zerar realmente os controles, outros não totalmente. Tipo.. o Marsahall é naturalmente agudo, o Peavey médio agudo, o Fender acho mais neutro e natural, com clareza e brilho acentuado. Daí no caso deste, uso zero de médio, uns 4 de grave e agudo ou no zero ou no três. Outras vezes tudo no zero mesmo. Em todo amp que toco, uso o mínimo ou nada de médios.
Estou usando nessa gravação, guitarra slide em afinação standard, plugada em uma pedaleira ZOOM G1Next, regulados Delay e um Overdriver, só..além da equalização, é claro. Se tem algo embutido, um noise gate, por exemplo, não fui eu que coloquei...veio de fábrica, pois eu alterei uma programação que já existia.
As gravações são feitas com um gravador Micro BR da Boss, que tem um microfone embutido. O bichinho é muito bom.
Gravação feita no dia 26/03/2014.
Marcadores:
boss micro br,
camaleão,
cha de estrada,
espirito da coisa,
fender frontman 25R,
free jam,
gibson,
hartke,
money,
p90,
Pearl,
pink floyd,
slide guitar,
Snake,
standard tune,
thc,
venia,
yamaha,
zoom g1next
Assinar:
Postagens (Atom)
