quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Teste de Single-coils - parte 3 - de 23 a 33 from Guitar magazine



Teste de single coils parte 3 - de 23 a 33

Continuando, agora a parte 3, com os audios dos seguintes modelos:

23- EMG SA
24- ESP Junction - SS
25- Fernandes VS 1
26- Gibson P-90
27- Joe Barden S-Deluxe
28- Kinman AVN Traditional AVN 56 - AVN 62
29- Lace Almi Tone
30- Lace Chrome Domes
31- Lace Hot Gold Sensor
32- Lace Holy Grail
33- Lace Transensor Single

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Tem um virtuose na banda.....hummm


Se tua banda tem 4 músicos que tocam bem e o quinto é um virtuose... se liga que isso pode ser problema...ou solução.

Tem virtuoses que sabem que são bons e se lixam pra isso.
Estão interessados na música e em acrescentar ...não em aparecer e se exibir. Esses são músicos, pensam como músicos e não como amadores...estrelas que na maior parte das vezes jamais serão.

Com esses virtuoses...os bons...não tem problema. Ele não ficará depreciando os outros músicos, dará boas idéias e até mostrará e ensinará caminhos melhores nas composições da banda...e os outros músicos se não forem tapados, entenderão como uma preciosa ajuda. 

Não se trata de altruísmo ou falsa modestia mas de positivismo, de querer que o trabalho cresça, vá além e de querer que os outros musicos cresçam também.

O oposto disso é o virtuose ou não, que se acha mais do que é. 

Nunca é tudo o que ele acha que seja, mas como tem uma turminha de otários que o idolatram e seguem, ele acredita piamente que é...o melhor entre os melhores.

Esses caras volta e meia criam desavenças na banda, desmotivam os outros músicos, não cumprem as obrigações, não acrescentam nada de novo as músicas e muitas vezes fazem com que músicos que não são como eles..virtuoses, mas que no pouco que fazem contribuem perfeitamente para o que a música pede, sejam trocados ou criam um clima tão pesado para a pessoa que ela mesmo se demite.

Vi mais de uma vez isso acontecer...e pior...depois disso o clima da banda foi para o espaço e mesmo com o músico substituto sendo melhor que o anterior, a banda se desfez...porque é claro que nem todos concordaram com a substituição e o motivo dela.. o que gerou uma bola de neve de desânimo, desavenças e mal estar...e aí, já era.

E o tal virtuose?...já estará em outra banda fazendo seu estrago.

Esses caras também criam climas péssimos em cima do palco. Imagine você errar ou dar um branco e ficar completamente perdido. Alguém escolado tira isso de letra. Músicos de verdade as vezes nem olham para quem errou pra não entregar o companheiro e também para não chamar atenção para o erro, que muitas vezes passa despercebido pela platéia.
Se olham, brincam, sorriem.. pois sabem que isso acontece, que a pessoa já esta chateada pelo erro e sabem que eles também podem errar...então pra que piorar isso fazendo cara feia ou ridicularizando o colega?
Pois tem músicos babacas que fazem isso...os famosos traíras.

Alguns também tocam de má vontade, jogam contra...principalmente se a casa esta vazia. Nesse caso nem precisa ser virtuose..basta ser burro...ou maluco.

Sou da seguinte opinião. Não importa quantas pessoas estão na platéia. Se estão ali é porque foram te ver e se não forem seus amigos ou parentes com convites, estão pagando por isso.

Toque com alegria. Toque do mesmo jeito que tocaria se a casa estivesse cheia. Respeite as pessoas..depois encha a cara e lamente, se continuar chateado...mas duvido que esteja se o motivo tiver sido apenas esse e se você tocou bem e com prazer. E por favor, não faça um show de 20 minutos porque a casa esta vazia. Que não faça o show inteiro como planejado, mas que faça algo que valha o que as poucas pessoas que pagaram merecem receber...é o mínimo. O valor do ingresso que ela pagou foi o mesmo...não teve desconto.

Eu sou fominha, minha vida é tocar, tocando o que gosto me sinto feliz...por mim, faço é o show todo! Até porque, se passei meses ensaiando isso..óra..quero mostrar.
Mas entendo quando os outros ficam desanimados com a casa vazia...eu também fico...até a hora que o som começa.
  
Por essas e outras, prefiro muito mais um músico mediano a um virtuose otario. Prefiro um músico que vibre com o que faz, que queira crescer e seja comprometido com o trabalho, mesmo ele tendo pouca bagagem, mas que acrescente mais a música com 3 notas, do que um que venha cheio de informações, muito exercício e técnicas chupadas de outros e no final você veja que não fede e nem cheira aquela pose toda, aquela cachoeira de conhecimento sem personalidade ou novidade. Virtuosismo não tem nada a ver com genialidade.

Uma banda só de virtuoses... pode criar algo muito bom ou algo muito chato. As vezes algo muito bom de tocar, mas tedioso pra quem vai ouvir.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tocaia 1987 / 1995



Tocaia - 1987/1995

Eu e Willian Murray (ex baixista do Bacamarte) formamos essa banda instrumental sem muitas pretensões e fomos levando até onde deu.

Nunca nos apresentamos ao vivo e também não gravamos nada com qualidade de estudio.
Quase todas as gravações que temos, foram feitas em ensaios e gravadas apenas com dois microfones...e uma ou outra com porta estudios.
Apesar da precariedade das gravações, elas são bem audíveis. E como são os únicos registros da existência desta banda...postei!

Willian Murray - baixo
Fernando Medeiros - guitarra
Chico Costa - sax
Zé Bruno e Álvaro Albuquerque - bateria (cada um a seu tempo)

No começo tinha uma onda fusion, conforme a formação foi se alterando, as composições tomaram outro rumo. Uma mistura de rock, jazz-rock, progressivo e fusion.

A primeira formação contava também com os teclados de Helvio...depois virou quarteto e por último trio.

Vintage


Nos anos 70 e um pouco dos anos 80, falar em guitarras vintage dava até briga.

Existia uma conversa de que apenas esses instrumentos prestavam...mas não qualquer vintage. As Fender, em particular, eram as que criavam mais polêmica, principalmente as pré CBS e as CBS.

Não ha dúvida que determinados instrumentos mais antigos soavam melhor por N motivos e acredito que sejam melhores mesmo, mas o fato é que grandes guitarristas as usavam e não reclamavam.

Jimi Hendrix por exemplo...usava pre CBS e também as puramente CBS.
Alguém em sã consciência pode dizer que suas Stratocasters eram ruins? Que o som delas e tudo o mais não prestavam?

Ry Cooder, Bonnie Raitt, Jeff Beck entre outros, tinham e tem Stratos do final dos anos 60.

Entramos nos anos 70 e a polêmica persistia.

Realmente, eu mesmo cheguei a tocar em umas duas desses anos e que vieram com defeito de fabricação...uma delas do ano de 76, chegava a ser tosco. O primeiro trasto estava tão desnivelado, que o mi bordão fazia um calo...mas nada que um luthier bonzinho ou o próprio dono não resolvesse.
Tirando isso, todas eram ruins ou vinham com defeito? Claro que não.

Ritchie Blackmore, Robin Trower, Lowell George, David Gilmour e muitos outros, usavam Stratos dos anos 70...eram ruins, soavam ruins?

Tenho amigos que tem Stratos dos anos 70, são instrumentos excelentes e eles não se desfazem delas por nada.
Aliás, hoje instrumentos desses anos e até dos anos 80, também já são considerados vintage. É uma bagunça!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Marku Ribas - Urubu de meu loro - outtake 1982





Conheci Romero Lubambo em 1979, atravez de Carlos Adriano (Hidrante)...eles estavam tocando com um sambista chamado Walmir Lucena. Nesse dia acho que já estava rolando algo sobre eu substituir o Romero nessa gig...e assim foi.

Em 1982, Marku Ribas estava gravando um disco independente chamado Brasil com Z, no estúdio Timbre em Botafogo (RJ). Romero estava fazendo as guitarras e precisavam de uma guitarra mais rock, então ele me chamou.

Uma das músicas em que coloquei guitarra não foi aproveitada, mas como fiz amizade com os técnicos e donos do estúdio, Lauro e Willy (já falecido) pedi para eles uma cópia em fita cassete. Willy abriu a música e a copiou sem equalizar..foi dando uma equalizada conforme a música ia tocando...pra mim estava ótimo, pois só queria ter o registro.

A gravação desta música que saiu no disco, terminou sendo uma que ficou só com a guitarra do Romero. Como não tenho em mãos o disco.. e esta aqui virou um autêntico bootleg, nada mais apropriado que mostra-la.

Nestas gravações, entre outros, fiquei amigo do baixista Helinho Vidal (já falecido)..uma figuraça, muito engraçado e muito gente boa e de bom coração. Tem fotos no vídeo...e do batera Elcio Cafaro, outra figura e que já era amigo do Helinho.

Obs.: Como tive amigos que já se foram...

Eu estava com uma música minha tocando na rádio Fluminense FM, mas as pessoas com que gravei tinham outros trabalhos e não estavam disponíveis para tocar ao vivo.
Sem banda, comecei a usar meu nome para levar meu trabalho adiante.

A vibe com Helinho e Elcio tinha sido muito boa e os convidei para formar um power trio comigo...o que aconteceu.
Este trio também se tornou a banda de apoio para algumas apresentações deste disco do Marku.
Fizemos alguns shows com minhas músicas e também com o Marku, como disse, além de uma pequena participação na re-filmagem de Macunaíma, onde Marku, me parece era o protagonista. Não sei se esta re-filmagem virou mesmo um filme ou se passou em algum lugar.

Depois de um tempo o power trio terminou, o trabalho com Marku também, e eu, apaixonado por uma galega fui morar em Volta Redonda (RJ), onde passei quase todo o ano de 1984 tocando em uma banda de baile (Cravo e Canela)..conto causos dessa época aqui, em outra postagem.

E a galega?
Sei lá que fim deu! Tenho que perguntar pro Julio!
Que Julio?
Vocês não conhecem não! hihihi

Urubu é meu lôro (Marku Ribas-Reinaldo Amaral)

Gigs na TV E




Andei fazendo umas gigs na TVE do Rio de Janeiro. Algumas como músico e outra trabalhando como vocalista em um programa que ensinava inglês... minha memoria como sempre não é essas coisas, mas creio que o nome do programa era "I Love You" e a apresentadora se chamava Marcia...linda e super simpatica.

Eu e mais duas pessoas, cantavamos as músicas apresentadas fingindo ser as vozes dos alunos...que eram desafinados paca.

Um amigo antigo que trabalhava lá, (Marcelo Paschoal) com quem eu fazia todo o tipo de gig e também me arrumava os bicos na TVE como músico, tentou me colocar como contratado da casa.
Meu teste foi com um cantorzinho de noite metido a besta.

Estavamos eu e a banda da casa esperando no estudio, aí entra o tal cantor e fala:

- A música que vou cantar é "Vida" do Chico Buarque.

Sem partitura, cifra ou o que fosse.

Todos se olharam com aquele olhar de.. "vai dar merda"...mas como eu era o único que estava sendo testado...

Tocando na noite, você começa a perceber que a mpb mais comum se repete a exaustão. O samba se repete muito, entre outros estilos. São como fórmulas que você só pelo ouvido vai deduzindo para onde vai a harmonia...e isso termina servindo para outros tipos de música, as vezes não tão óbvias. Você termina pegando essas manhas. O rock and roll basico, assim como o blues, também são assim...tem suas fórmulas.

Só que...a maioria das músicas do Chico Buarque não são dessas...não são óbvias.
São harmonias cabeludas, caminhos diferentes e não da para pensar de forma simplista...agora vai pra tal acorde, volta naquela parte...
Você precisa da partitura/cifra...conhecendo ou não a música.
E detalhe...esta música nem é das mais difíceis dele.

Tentamos a primeira vez e empaquei. Tentamos a segunda...de novo.
Pelo ouvido eu imaginava...agora deve ir pra... mas não ia.

A banda nem arriscava acompanhar...ninguém sabia o raio da harmonia... me disseram depois...aliás, ficaram todos pau da vida com o tal cantor.

Na terceira tentativa, Fernando Lobo, que era o produtor ou algo assim do programa, saiu da sala da técnica, veio até mim, cruzou os braços a meio metro de distãncia...ou seja..na minha cara, e mandou começar de novo. Aí ferrou de vez...eu já nervoso e ainda com o chefão na minha frente feito uma estátua esperando o resultado...dancei.

Se o Fernando Lobo (já falecido, pai do Edu lobo) fosse mais criterioso..afinal era músico, compositor.... teria visto que o tal cantor é que era um idiota e estava querendo aparecer, pedindo uma música que qualquer músico que não a conhecesse e mesmo se conhecesse...como era o meu caso... sem as partes, fatalmente se enrolaria.

E se alguém disser que toca qualquer música (incluindo as do Chico Buarque) nesses moldes, correndo atrás, eu desafio a tocar uma minha sem partitura ou cifra...correndo atrás também. Até deixo ouvir primeiro, depois conto e começo..dou apenas o tom. Quero ver quem se aventura e acerta....e olha que as minhas músicas são infinitamente mais simples que as do Chico.

Saímos da TVE e fomos para o bar ao lado...o assunto era o mesmo...foi onde me disseram que ninguém sabia tocar a música.

Eis que entra o tal cantor, me vê e fala com o cara que esta com ele, de forma que eu e os outros ouvíssemos:

"músico de verdade tem que tocar qualquer coisa"

Aí vimos que ele não era um cantor de verdade.

Me tiraram dali antes que eu tacasse a guitarra com case e tudo na cara dele.


"músico de verdade tem que tocar qualquer coisa"
...balela igual a
"o músico brasileiro é o melhor músico do mundo"


Teste de single-coils parte 2 de 13 a 22 from Guitar Magazine



Teste de single-coils - parte 2 - de 13 a 22

Continuação da primeira parte.

Para quem esta a fim de trocar seus single-coils, ou quer conhecer a sonoridade e as diferenças entre eles, eis uma boa ajuda. Em breve as partes 3 e 4.

Consegui esses audios tempos atrás em uma comunidade do Orkut.

Os pick-ups deste segundo vídeo, estão listados abaixo.

13- Seymour Duncan ALNICO II PRO STAGGERED APS-1
14- Seymour Duncan CLASSIC STACK STK-S1n - STK-S1b
15- Seymour Duncan LIPSTICK TUBE PICKUP SLS-1
16- Seymour Duncan QUARTER POUND FLAT SSL-4
17- Seymour Duncan TWANG BANGER APST-1
18- Seymour Duncan VINTAGE STAGGERED SSL-1
19- Bartolini ZBSC-60N - 60S
20- Bill Lawrence L-250
21- Crews Maniac Sound INTER ROCKIN'
22- Dragonfly DFS-1